segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Meu novo projeto




bolero redondo, comecei a fazer com a linha camila fashion preto, agulha 1,75 mm, vamos ver se termino até antes do Natal rsrsrsrs


gráfico do bolero, tentei melhorar a imagem, não adiantou muito, depois que imprimi ficou horrivel

Porta-maquiagem tricô

terminei ontem a noite, esse porta maquiagem de tricô, fiz todo o corpo em ponto arroz, a aba é trabalhado, ficou uma gracinha rsrsrsrs, usei lã família, agulha nº 3, a cor é lilás nesta foto aparece exatamente a cor da lã...
a máquina digital distorceu a cor da bolsinha, preguei um botão e a alcinha fiz de crochê... uma amiga traduziu a receita, pena que não posso divulgar aqui...


o verso da bolsinha é todo em ponto arroz

Daminha

mexendo nas minhas coisinhas, achei essa daminha, marcador-de-páginas

Golinha abacaxi

fiz essa golinha no final de semana, usei lã cisne premium, agulha nº 3, ficou chiquetosa rsrsrsrs...


Receita da golinha, já fiz até com linha rsrsrs....

segunda-feira, 3 de novembro de 2008


tem muito tempo que fiz esse cartão de natal, parecido com dobraduras...




Centrinho Natal

eis o gráfico de onde fiz o centrinho de natal


fiz esse centrinho com sobras dos fios anne brilho...

domingo, 2 de novembro de 2008

Os que nunca partem

OS QUE NUNCA PARTEM
Eu me lembro que quando era muito jovem, ouvia os adultos comentarem: fulano partiu. Esta era a forma que eles achavam menos sofrida de falar que alguémhavia morrido, principalmente quando estavam perto de crianças. Era um jeito delicado que eles tinham de citar a morte sem que ela parecesse tão chocante. Cresci e comecei também a falar assim - fulano partiu - acabei achando menos dolorido, menos violento se referir à morte dessa maneira. Quando se diz que alguém morreu, dá a impressão que se acabou, desapareceu e imaginar que alguém que queremos bem acabou ou desapareceu pra sempre é terrível. Dói mil vezes mais do que precisar enfrentar a sua própria ausência. Partiu já é diferente, dá uma sensação de que em algum ponto da vida nos reencontraremos com essa pessoa querida novamente. Fica mais fácil imaginar que ela viajou, uma viagem sem data pra voltar, mas com retorno garantido. Enfim, descobri recentemente, que existe uma outra categoria dentro desse universo. São aqueles que nunca morrem e, portanto, jamais partem. São aqueles que embora desapareçam de nossas vistas, eternamente se fazem presentes em nossa memória e nosso coração. Os que nunca partem são as pessoas que nortearam nossos dias, colocaram um significado importante neles e deixaram uma marca tão profunda em nós que não importa onde estejam, porque ao nosso lado, de alguma forma, sempre estarão. Morrer, partir, são coisas simples, coisas do dia-a-dia. Acontece toda hora,em todo lugar, com todas as pessoas. Os que nunca partem e os que nunca passam pela dor de assistir alguémquerido partir são os felizardos dessa vida. Dores momentâneas, saudades e ausências à parte, felizes daqueles que amaramalguém nessa vida a ponto de jamais deixá-los partir de seus corações. Se quando eu me for, por desígnio de Deus, uma única pessoa não me deixarpartir me guardando dentro do seu peito, eu direi que valeu a pena terpassado por aqui e que minha estada nessa vida não foi em vão. Mas enquanto ainda estou por aqui, só tenho a dizer que dentro de mim morampessoas que nunca deixei que partissem verdadeiramente, assim, como não deixarei que partam, jamais, algumas que ainda estão por aqui. Os que nunca partem são aqueles que descobriram o segredo de brilhar na terra, mesmo antes de chegarem ao céu e se tornarem estrelas.
TEXTO: Silvana Duboc
*****

Toalha Tulipas


coloquei uma xícara para verem como ficou o tamanho da toalha...adorei fazer, fiz em 2 dias...


fiz a toalha tulipa usando a linha (do paraguai) que ganhei da amiga Lú, agulha 1,75mm, ficou bem grande, segui o gráfico abaixo.


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Meu novo projeto




bolero redondo, comecei a fazer com a linha camila fashion preto, agulha 1,75 mm, vamos ver se termino até antes do Natal rsrsrsrs


gráfico do bolero, tentei melhorar a imagem, não adiantou muito, depois que imprimi ficou horrivel

Porta-maquiagem tricô

terminei ontem a noite, esse porta maquiagem de tricô, fiz todo o corpo em ponto arroz, a aba é trabalhado, ficou uma gracinha rsrsrsrs, usei lã família, agulha nº 3, a cor é lilás nesta foto aparece exatamente a cor da lã...
a máquina digital distorceu a cor da bolsinha, preguei um botão e a alcinha fiz de crochê... uma amiga traduziu a receita, pena que não posso divulgar aqui...


o verso da bolsinha é todo em ponto arroz

Daminha

mexendo nas minhas coisinhas, achei essa daminha, marcador-de-páginas

Golinha abacaxi

fiz essa golinha no final de semana, usei lã cisne premium, agulha nº 3, ficou chiquetosa rsrsrsrs...


Receita da golinha, já fiz até com linha rsrsrs....

segunda-feira, 3 de novembro de 2008


tem muito tempo que fiz esse cartão de natal, parecido com dobraduras...




Centrinho Natal

eis o gráfico de onde fiz o centrinho de natal


fiz esse centrinho com sobras dos fios anne brilho...

domingo, 2 de novembro de 2008

Os que nunca partem

OS QUE NUNCA PARTEM
Eu me lembro que quando era muito jovem, ouvia os adultos comentarem: fulano partiu. Esta era a forma que eles achavam menos sofrida de falar que alguémhavia morrido, principalmente quando estavam perto de crianças. Era um jeito delicado que eles tinham de citar a morte sem que ela parecesse tão chocante. Cresci e comecei também a falar assim - fulano partiu - acabei achando menos dolorido, menos violento se referir à morte dessa maneira. Quando se diz que alguém morreu, dá a impressão que se acabou, desapareceu e imaginar que alguém que queremos bem acabou ou desapareceu pra sempre é terrível. Dói mil vezes mais do que precisar enfrentar a sua própria ausência. Partiu já é diferente, dá uma sensação de que em algum ponto da vida nos reencontraremos com essa pessoa querida novamente. Fica mais fácil imaginar que ela viajou, uma viagem sem data pra voltar, mas com retorno garantido. Enfim, descobri recentemente, que existe uma outra categoria dentro desse universo. São aqueles que nunca morrem e, portanto, jamais partem. São aqueles que embora desapareçam de nossas vistas, eternamente se fazem presentes em nossa memória e nosso coração. Os que nunca partem são as pessoas que nortearam nossos dias, colocaram um significado importante neles e deixaram uma marca tão profunda em nós que não importa onde estejam, porque ao nosso lado, de alguma forma, sempre estarão. Morrer, partir, são coisas simples, coisas do dia-a-dia. Acontece toda hora,em todo lugar, com todas as pessoas. Os que nunca partem e os que nunca passam pela dor de assistir alguémquerido partir são os felizardos dessa vida. Dores momentâneas, saudades e ausências à parte, felizes daqueles que amaramalguém nessa vida a ponto de jamais deixá-los partir de seus corações. Se quando eu me for, por desígnio de Deus, uma única pessoa não me deixarpartir me guardando dentro do seu peito, eu direi que valeu a pena terpassado por aqui e que minha estada nessa vida não foi em vão. Mas enquanto ainda estou por aqui, só tenho a dizer que dentro de mim morampessoas que nunca deixei que partissem verdadeiramente, assim, como não deixarei que partam, jamais, algumas que ainda estão por aqui. Os que nunca partem são aqueles que descobriram o segredo de brilhar na terra, mesmo antes de chegarem ao céu e se tornarem estrelas.
TEXTO: Silvana Duboc
*****

Toalha Tulipas


coloquei uma xícara para verem como ficou o tamanho da toalha...adorei fazer, fiz em 2 dias...


fiz a toalha tulipa usando a linha (do paraguai) que ganhei da amiga Lú, agulha 1,75mm, ficou bem grande, segui o gráfico abaixo.