quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Um ano de saudades...
MÃES MORREM QUANDO QUEREM(por Alexandre Pelegi)
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não aqueria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eume achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá,pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva– foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república,faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confusosobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão... Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem....Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho 'mãe'se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado 'avó'. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla...Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha cidades empenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar.Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei,foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer.Assim, sem mais nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade...
bjos onde quer que esteja, a amarei sempre...até o dia de nos encontrarmos.
Leninha
domingo, 19 de outubro de 2008
Ganhei mimos da VERALU
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Dia do(a) Professor(a)

Não sei o que combina mais contigo,Uma poesia, um livro, uma pintura,Sinceramente fico pensandoNo que deve dar alegriaA alguém que é objeto da alegria de tantos.Na verdade, o professor de verdade,É aquele que prefere dividir o que possui,Do que ter somente para si.O verdadeiro mestre, sente-se felizQuando percebe que o caminho queEle abriu tem sido trilhado por muitos.O mestre tem a sua realização no aprendizadoDo pupilo, da passagem da experiência.É por isso que meras palavrasNão podem recompensarA alguém que optou por esta carreiraQue muitas vezes é dolorosa e cheia de espinhos.Chamo-te somente mestre, abnegado coraçãoQue se sensibiliza com os olhos sedentosPor uma vida menos escura, mas cheia de luz.E essa luz, está em suas mãos,Em seu coração, em seu olhar.Que bom que existe um diaReservado só para você!Obrigado por sua obstinação incontida,Pois graças a ela, você nunca desiste.Você é muito importante,Espero que você seja sempre assim.
Parabéns pra mim que estou nesta profissão há 10 anos e não é fácil...
Beijos às minhas amigas e amigos de profissão.
Que continuamos nesta luta por uma educação melhor e de qualidade, que sejamos reconhecidos.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Centrinho abacaxi
sábado, 11 de outubro de 2008
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Um ano de saudades...
MÃES MORREM QUANDO QUEREM(por Alexandre Pelegi)
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não aqueria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eume achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá,pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva– foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república,faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confusosobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão... Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem....Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho 'mãe'se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado 'avó'. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla...Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha cidades empenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar.Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei,foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer.Assim, sem mais nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade...
bjos onde quer que esteja, a amarei sempre...até o dia de nos encontrarmos.
Leninha
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Dia do(a) Professor(a)

Não sei o que combina mais contigo,Uma poesia, um livro, uma pintura,Sinceramente fico pensandoNo que deve dar alegriaA alguém que é objeto da alegria de tantos.Na verdade, o professor de verdade,É aquele que prefere dividir o que possui,Do que ter somente para si.O verdadeiro mestre, sente-se felizQuando percebe que o caminho queEle abriu tem sido trilhado por muitos.O mestre tem a sua realização no aprendizadoDo pupilo, da passagem da experiência.É por isso que meras palavrasNão podem recompensarA alguém que optou por esta carreiraQue muitas vezes é dolorosa e cheia de espinhos.Chamo-te somente mestre, abnegado coraçãoQue se sensibiliza com os olhos sedentosPor uma vida menos escura, mas cheia de luz.E essa luz, está em suas mãos,Em seu coração, em seu olhar.Que bom que existe um diaReservado só para você!Obrigado por sua obstinação incontida,Pois graças a ela, você nunca desiste.Você é muito importante,Espero que você seja sempre assim.
Parabéns pra mim que estou nesta profissão há 10 anos e não é fácil...
Beijos às minhas amigas e amigos de profissão.
Que continuamos nesta luta por uma educação melhor e de qualidade, que sejamos reconhecidos.
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